A partir da segunda metade do século XX, o país começa então a se desenvolver com uma maior velocidade, aumentado, como já falado anteriormente, a densidade demográfica das grandes cidades, as quais foram ficando modernizadas. Um número maior de pessoas por metro quadrado nas cidades exigia uma maior e melhor produção, manufatura e distribuição de alimentos. É exatamente nesse ponto, que a produção agrícola deveria se desenvolver e aumentar em uma progressão geométrica a produção de alimentos para a população, não só aqueles bens de commodities, mas também hortifrutigranjeiros, com uma qualidade e quantidade suficientes para o abastecimento dos grandes centros urbanos.

De acordo com o relatório da CEAGESP, o volume de comercialização, nos últimos 10 anos, vem evoluindo no Entreposto paulista. Em 2006, a Central de abastecimento registrou a marca de 2,9 milhões de toneladas de produtos em geral. Já no ano de 2016, o Mercado comercializou 3,2 milhões de toneladas, o que gera em financeiro algo em torno de 8 bilhões de reais. Os números só não cresceram mais, devido à crise financeira que atingiu o Brasil e que hoje, o país está tendo uma leve recuperação. E isso afetou diretamente o rendimento do maior mercado atacadista da América Latina.

Para os agricultores, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) liberou no dia 26 de dezembro, mais de R$ 100 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). O seguro rural, voltado principalmente para enfrentar os riscos climáticos, cobre culturas de grãos e as de frutas. Porém, o volume de indenizações pagas pelas seguradoras que atuam no segmento agrícola no país aumentou 87% em 2016, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) fornecidos pela Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenaseg). 

Aos que trabalham na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) sabem bem da importância que é o transporte de mercadoria para o estabelecimento. A entrega precisa ser realizada dentro do prazo, porém, não é uma tarefa muito fácil para ser executada com caminhões trafegando pelos grandes centros das cidades. Para isso, muitos permissionários do Entreposto optam pelos seguimentos VUCs, que são os Veículos Urbanos de Cargas. 

A proprietária Maria Helena é fundadora da empresa que leva o próprio nome Maria Helena Sousa da Costa ME. Ela tem uma história de superação e de sucesso. Já que há 13 anos, à frente do negócio, começou sem ter experiência alguma em gestão e hoje administra sozinha o comércio de abacaxi e melancia, na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP).

O grupo Canelas, que está em sua 4ª geração, atua fortemente na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo - CEAGESP, desde 1975. Sendo que o início dessa trajetória de sucesso foi com o Sr. Manuel Batista que resolveu fundar a Manoel Batista e Filhos Ltda que se tornou, logo depois, a Canelas.  Antes de comercializar dentro do Entreposto paulista, a empresa, de família de produtores, já trabalhava, desde 1960, no Mercado Municipal da Cantareira.

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