Agosto é o mês do maracujá na CEAGESP

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O maracujá-doce (Passiflora alata Curtis), espécie nativa da América do Sul, especialmente do Brasil, é uma frutífera que apresenta grande potencial de comercialização destinado principalmente, para o mercado in natura, tanto interno como também para exportação, devido às suas boas características de tamanho, coloração externa, aroma e qualidades gustativas.

Sendo que quase a totalidade da produção brasileira é da variedade amarelo ou azedo, que tem melhor aproveitamento industrial, destino de boa parte da fruta para fabricação, principalmente, de suco. 

O Brasil é o maior produtor mundial e o maior consumidor de maracujá. De acordo com os dados da Embrapa, em 2015, o País produziu 694.539 toneladas, em uma área total de 50.837 hectares. Tendo a região Nordeste como a principal região produtora. Isso porque, segundo a ESALQ/USP, o maracujazeiro, cultura de clima quente e úmido se desenvolve bem nas regiões tropicais e subtropicais.

A planta deve ser cultivada em temperaturas entre 18 ºC e 35 ºC. Temperaturas baixas retardam o crescimento da planta e reduzem a produção. Além disso, temperaturas muito elevadas ou muito baixas afetam o vingamento dos frutos.

O estado da Bahia fica em primeiro lugar na produção anual da fruta com a marca de 297.328 t. Acompanhado de Ceará (93.079 t); Espírito Santo (37.728 t) e Minas Gerais (37.340 ). 

Na CEAGESP, a fruta está entre as 20 mais comercializadas no Entreposto paulista. De acordo com o balanço da Companhia, em 2016, o maracujá teve uma movimentação de mais de 47 mil toneladas. A tabela de sazonalidade da Ceasa de São Paulo, mostra que no mês de agosto, a fruta possui uma produção forte.

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