Entreposto - Ceagesp, Ceasa - Um brinde para comemorar

Um brinde para comemorar

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A caipirinha celebra este ano 100 anos de existência e tudo começou lá no interior de São Paulo, em Piracicaba. O drink, tipicamente brasileiro, tornou-se uma marca importante para o Brasil. Conhecido mundialmente, a bebida é destaque em diversas festas e a primeira opção das pessoas de fora quando vêm conhecer o País. 

A combinação perfeita envolvendo esses três ingredientes: limão, cachaça e açúcar está preste a completar 100 anos de existência. A bebida destilada que é uma das prediletas dos brasileiros e também uma das mais conhecidas no mundo inteiro, a caipirinha.

A origem, segundo alguns historiadores é que ela foi criada por fazendeiros latifundiários na região de Piracicaba (SP) como um drinque local para festas e eventos de alto padrão, sendo um reflexo da forte cultura canavieira na região. Em seus primeiros dias, era vista como um substituto local de boa qualidade ao uísque e ao vinho importados, sendo a bebida servida frequentemente em coquetéis da alta classe de fazendeiros.

O limão, item imprescindível da bebida, por exemplo, na Ceagesp se encontrava em entressafra, no período de julho a outubro. Agora está em plena safra, com isso o preço fica mais em conta. Você pode consultar a sazonalidade desse e de outros alimentos acessando à página aqui. A fruta é um dos principais produtos comercializados no Entreposto paulista. Conheça mais  as características deste produto na página Guia de Produtos.

O volume de limão exportado pelo Brasil cresceu 30% em 2017 em relação a 2016. A grande maioria vai para a União Europeia. Das 9,7 mil toneladas exportadas pelo Brasil no ano passado, cerca de 8,8 mil toneladas, ou 90%, foram para países europeus. Somente para o continente europeu, a exportação aumentou 39% em 2017 em relação a 2016. O faturamento total das vendas externas brasileiras com a fruta foi de cerca de US$ 7 milhões.

Os bartenders usam a criatividade como forma de personalização do drinque. “No entanto, com outras frutas que não seja o limão, o coquetel não poderia ser chamado de caipirinha, teoricamente”, explica Alexandre Bertin, presidente da Confraria Paulista da Cachaça.

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