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Para evitar desperdício de alimentos, câmaras frias podem ser a solução

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Como o abastecimento de FLVs – Frutas, Legumes e Verduras, além de flores e pescado na Ceagesp ainda não foi restabelecido ainda por conta da paralisação dos caminhoneiros, uma medida eficaz que contribuiria para evitar o desperdício de alimentos seria a estocagem em câmaras frias.

Algumas empresas no Entreposto paulistano importam, por exemplo, frutas e pescado de outros países e por isso, já utilizam de câmaras frigorificadas. Elas fazem com que a vida útil do produto permaneça durante mais tempo e conservando os nutrientes.

Esse espaço para o armazenamento, no caso da maçã, mantém a temperatura em aproximadamente 0ºC. Isso faz a fruta ter uma durabilidade podendo a chegar a três meses em estocagem, antes da comercialização. Porém, qualquer outro produto pode ser mantido em temperaturas baixas.

A Fischer S/A, pioneira na introdução da maçã brasileira no mercado internacional e uma das que abastecem a CEAGESP, possui um complexo industrial formado por três modernas unidades. Segundo a empresa, a área total é de aproximadamente 65.663 m² e com uma estrutura de 105 câmaras frigoríficas, onde podem ser armazenadas até 70.000 toneladas de maçãs.

Dessa maneira evitaria muito o desperdício de alimentos, já que a movimentação nas Centrais de abastecimento diminui consideravelmente nesse período de paralisação. Ainda mais que o Brasil, segundo uma pesquisa internacional, a Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI), por ano, o País chega a desperdiçar mais de 40 mil toneladas.

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