Entreposto - Ceagesp, Ceasa - 1º de outubro: Dia do Vendedor

1º de outubro: Dia do Vendedor

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O Entreposto acompanhou de perto, um dia de trabalho do gerente de vendas da Frutamina, Eduardo Raymundo

O dia do vendedor é comemorado aqui no Brasil, em 1º de outubro. Praticamente, umas das vagas que mais empregam no País. Ainda mais no final de ano, com as oportunidades para os serviços temporários. Se o mercado de trabalho está favorável para a profissão. Alguns requisitos para exercer a função são primordiais.

“Se o vendedor não tiver preparo, técnicas psicológicas de venda, o conhecimento do produto, uma boa dicção, além da profissionalização do vendedor, ele está completamente fora do perfil”, é o que explica Luís Augusto, consultor de varejo e diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

Se isso é exigido na área de vendas, em geral, imagina então, no maior mercado atacadista da América Latina e o terceiro maior do mundo, a CEAGESP. De acordo com o balanço realizado pela Companhia, no ano de 2017, foram mais de 3 milhões de toneladas vendidas. Isso sem incluir as outras unidades espalhadas pelo Estado. No total são 2.560 empresas atacadistas e 530 empresas varejistas. Sendo que por dia, circulam mais de 50 mil pessoas e 12 mil veículos no Entreposto paulista. O trabalho é intenso para conseguir movimentar grandes volumes de produtos.

O Entreposto acompanhou de perto, um dia de trabalho do gerente de vendas da Frutamina, empresa localizada no pavilhão MFE-B, Box 1946, Eduardo Raymundo. Mas antes de relatar a rotina do dia a dia, é preciso conhecer um pouco da vida deste vendedor. Filho de João Mateus Raymundo e da Dayse Gaspari Raymundo, Eduardo veio de uma família de vendedores, já que seu pai e seu irmão exercem a mesma função.

Desde pequeno, aos 16 anos, já vendia toda linha de congelados: polpas de frutas, legumes, isso de porta em porta para restaurantes, bares e hospitais. A ida para trabalhar na CEAGESP foi a convite do senhor João Mateus. “Meu pai sempre trabalhou na venda externa, comercializando maracujá, por muito tempo para a Pessini, que era umas das maiores empresas que existia por aqui. Isso há mais de 30 anos, sendo que ele já rodou em diversos comércios na CEASA e como em casa, sempre fomos vendedores, então, ele me trouxe para cá”, relembra Eduardo Raymundo.

Hoje, já há nove anos atuando nesse setor no Entreposto, os três primeiros anos na Frutamina, Eduardo realizava vendas de mamão, principalmente o formosa e ficava também no descarregamento de carretas. “O dia a dia aqui é difícil e é corrido, pois, você chega cedo, não tem hora para terminar. Eu estou por aqui por volta das seis da manhã e não tenho horário para sair. Tem dias de segunda a sexta-feira que eu chego em casa, às 8 horas da noite. É estressante, às vezes, você passa mais tempo com o pessoal do trabalho do que com a sua própria família”, disse.

Eduardo e sua filha

Casado há sete anos, pai de uma menina de seis. Morador da região de Jundiaí, ele leva uma vida completamente diferente, fora dessa rotina atrelada. Em uma cidade tranquila, atividades como andar de cavalo, passeios, clubes e viagens são as coisas que ele mais procura realizar junto com a família. Porém, nesse sempre foi assim, o trabalho corrido e com uma alimentação não adequada já gerou alguns problemas de saúde.

“Aqui, cada dia é um problema diferente. Às vezes, o caminhão que não chega com a mercadoria. Às vezes, é a venda que você precisa vender. Tem dia que você acha que vai vender muito e aí não vende e tem dia que você acha que será muito tranquilo e é nesse que você consegue vender”, ressalta Eduardo.

O trabalho árduo, para quem acompanha de fora, é difícil de entender como é possível resistir a tudo isso. Entretanto, é preciso antes de tudo, amar a profissão. Como o empreendimento é pequeno, fazer um pouco de tudo traz algumas vantagens aos funcionários, por exemplo, de conhecer desde o início do trabalho do campo, saber qual é o melhor período do produto, entender de logística, emissão de nota fiscal. Mas para que isso tudo dê certo, o segredo, segundo Eduardo, está na formação da equipe que precisa ser boa, ser de confiança e acostumada com o ritmo da Ceasa. Além de uma empresa que te forneça todos os benefícios necessários.

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