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Ceasa de São Paulo importa produtos de outros países

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A Ceagesp é a maior central de abastecimento da América Latina e a terceira maior do mundo. Por ano, são comercializadas mais de 3 milhões de toneladas de produtos hortifrutigranjeiros.  Além de receber e abastecer o Brasil inteiro, ela possui empresas que atuam com a importação de alimentos e também de flores de outros países.

O Entreposto já realizou diversas edições especiais mostrando toda a relação comercial envolvendo o Chile, a Espanha, Portugal e a Holanda. Esses artigos podem ser conferidos na íntegra através do link: www.jornalentreposto.com.br/biblioteca-virtual.

No ano passado, por exemplo, de acordo com os dados levantados pelas Sedes - Seção de Economia e Desenvolvimento, foram mais de 300 mil toneladas movimentadas. Sendo que já no acumulado, de janeiro a setembro de 2018, a quantidade registrada, por enquanto, é de aproximadamente, 200 mil t.

Vale ressaltar que com o aumento disparado da moeda americana, este ano, a comercialização de produtos importados sofreram um grande impacto, principalmente, nas vendas. No mês de julho, por exemplo, onde o dólar chegou a registrar R$3,81, foi o maior valor alcançado nos últimos dois anos.

“Aqui os produtos todos subiram de preço por causa da alta do dólar. Isso refletiu nas vendas que caíram pela metade”, é o que explica o proprietário Nilton da empresa La Luna que trabalha com alimentos que vêm de diferentes países como Chile, Argentina, Portugal, Espanha, Estados Unidos, entre outros.

Segundo a empresa, o aumento representou de 10 a 15% dos produtos. Um exemplo é a caixa de pera que vem da Argentina, antes encontrada, no mês de maio, por R$80,00 a caixa, já no mês anterior, ela fechou com o valor de 100 reais. Enquanto a Maçã Red Delicius, a caixa que era comercializada no mesmo período por R$85,00, em junho chegou a custar 105 reais.
Entretanto, a Argentina é o principal país que encaminha frutas e pescado para a Ceasa de São Paulo. Em 2017, foram registrados cerca de 43 mil t. Bem abaixo, em relação ao ano anterior, já que foram vendidos mais de 58 mil t. Esse ano, os nove primeiros meses, 36,8 mil t oriundos, somente, do país vizinho.

O Chile, em 2017, perdeu a segunda posição para a Espanha no ranking de origem de produtos por país em toneladas. Apesar que, este ano, por enquanto, o país chileno retomou a colocação inicial, com 24,5 mil t, ficando atrás apenas da Argentina com 36,8 mil t e à frente da Espanha com 16,5 mil t. Em 2016, por exemplo, o Chile chegou a exportar para o Entreposto paulistano, mais que a metade em relação ao ano de 2017, com 52 mil t.

A Itália que, no ano passado, conseguiu uma marca impressionante de 10 mil t, ocupando a sexta colocação. Em 2018, por enquanto, a quantidade alcançada é bem inferior,  um pouco mais de 3 mil t. Isso o fez cair para a sétima posição, perdendo espaço para o Uruguai.

O Equador, por exemplo, conseguiu, já este ano, superar a marca obtida do ano passado. De janeiro a setembro de 2018, foram comercializadas 0,43 toneladas, isso de rosas equatorianas, frente a 0,39 t. em 2017.

A novidade fica por conta da Costa Rica, já que no ano passado, não constavam mercadorias registradas provenientes do país na Central de abastecimento de São Paulo e já na relação de 2018, ela ocupa a 18ª posição com 24 t.

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