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Máquinas e equipamentos na movimentação de cargas na Ceagesp

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A Ceagesp possui um espaço de mais de 700 mil metros quadrados, onde mais de 3 mil empresas atacadistas e varejistas movimentam, anualmente, mais de 3 milhões de toneladas de produtos hortifrutigranjeiros. Quem já teve a oportunidade de conhecer a maior Central de abastecimento da América Latina, sabe do fluxo intenso e constante de mercadorias.

Em um dia normal de atividade, segundo a Companhia, trafegam mais de 10 mil caminhões carregados de alimentos. Sendo que o abastecimento precisa ser realizado, em pouco tempo, seja do veículo até a empresa, ou vice-versa.

Para garantir a qualidade do produto, para que eles não sejam danificados no manuseio, algumas máquinas e equipamentos conseguem realizar essa operação de maneira eficaz. Garantindo, assim, uma produtividade maior para o estabelecimento, quanto ao comprador.

Antes de qualquer coisa, é necessário realizar um planejamento estratégico e isso envolve todo o ramo da logística. Cada empresa da Ceagesp está localizada em pontos diferentes, dependo da distância do caminhão e a altura do box, por exemplo, do local de armazenamento, a empilhadeira pode ser uma das melhores opções para o transporte de cargas.

De acordo com Celso Kondo, sócio diretor da empresa Comércio de Frutas Kondo, devido à construção de um mezanino houve a necessidade urgente de um auxílio extra para erguer os pallets para a parte superior da loja. Nesse caso o empresário recorreu ao uso de empilhadeiras.

“Procuramos um equipamento de boa qualidade operacional, durável, com mobilidade em espaços mais restritos e acima de tudo, que fosse fácil de operar. O trabalho da máquina atende bem às nossas necessidades, o consumo de combustível não é alto, acho que os varejistas do nosso setor deveriam utilizar empilhadeiras como essa”, destaca Celso.

Já no caso da empresa FrutaMina, por exemplo, devido ao aumento da demanda dos produtos movimentados no Entreposto paulistano, optou por possuir uma empilhadeira própria. Sendo que antes, o estabelecimento utilizava, máquinas de terceiros.

Algumas empresas localizadas, no pavilhão MFE-B, possui o estoque, muitas em câmaras frias, na parte de cima do estabelecimento. Para que a mercadoria seja transportada, nesse caso, a empilhadeira elétrica patolada é muito utilizada já que ela chega a alcançar alturas de mais de 5 metros.

A fabricante Paletrans garante que esse modelo de operação é muito segura e não necessitam de cursos e certificações para o seu manuseio.

Dentro dos pavilhões da Ceasa de São Paulo, onde as empilhadeiras não conseguem trafegar, devido ao espaço e o fluxo constante de pessoas, as mercadorias são transportadas por paleteiras até os boxes. O manuseio desses equipamentos é simples e também não há necessidade de curso para operá-los. O operador consegue movimentar uma carga grande de uma só vez.

Outro fator de extrema importância é a maneira como o produto é transportado. Recentemente, no dia 21 de novembro do ano passado, aconteceu a 54ª Reunião Ordinária Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Hortaliças. E uma das etapas de trabalho já realizadas foi a verificação da possibilidade de empilhamento de caixas de diferentes matérias primas. Isso porque, a embalagem deve ser um instrumento de proteção, movimentação, identificação do produto e do seu responsável, rastreabilidade e exposição do produto.

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