Entreposto - Ceagesp, Ceasa - Notícias
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O presidente do Sindicar, José Pinheiro tem uma história de vida que foi construída através de muita luta e dedicação. Saiu lá do Piauí, de uma cidade chamada Piu IX, para tentar a sorte grande, em São Paulo. Tudo isso aconteceu, em 1975, quando começou suas atividades como carregador no maior mercado atacadista da América Latina - CEAGESP. E o que é mais impressiona é que ele ainda exerce a função até hoje.

Na edição especial do Jornal Entreposto do mês de janeiro, foi abordado sobre as influências do verão na agricultura brasileira. Como o clima quente e chuvas constantes colaboram ou prejudicam a lavoura. Aproveitando o tema, o setor de floricultura, especificamente, o de rosas sofreu com a antecipação da colheita. De acordo com o boletim elaborado pelo IBRAFLOR – Instituto Brasileiro de Floricultura, o excesso de calor deste verão acelerou a produção de rosas, em Minas Gerais, e os preços despencaram. Na região mineira de Campo das Vertentes, por exemplo, produtores de rosas de Barbacena e de Alfredo Vasconcelos sofrem com a antecipação concentrada das colheitas, em até 50% em relação a anos de clima considerado normal, e amargam bruta queda dos preços.

A empresa R. Parise Hortifrutiflores está há mais de 12 anos atuando, fortemente, na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP). O empreendimento é de âmbito familiar, gerenciado por quatro irmãos, conhecidos como os irmãos Parise, tendo Valdir Parise à frente do negócio. A colheita é realizada na própria propriedade que fica no interior, há 50 km de São Paulo, no município de Jarinu, região de Jundiaí. Os produtos comercializados são distribuídos para Hipermercados, feiras, sacolões e inclusive vendidos diretamente para o consumidor que venha adquirir no Entreposto paulista. Para atender a esta demanda, a frota não é terceirizada, a empresa investe na logística possuindo caminhões para o abastecimento e entregas. 

Na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo – CEAGESP, de acordo com o Balanço de Análises e Estatísticas da Comercialização, em 2016, o mamão é uma fruta tão importante que ela é umas das principais que movimenta a economia do Entreposto paulista.  É o terceiro produto do ranking por volume financeiro, perde apenas para a maça e a laranja, primeira e segunda posição respectivamente. De janeiro a dezembro do ano passado, por exemplo, rendeu um valor total de aproximadamente 354 milhões de reais. O que representa algo, em torno, de 4% na participação no que é comercializado no setor de frutas, na central de abastecimento de São Paulo.

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