Entreposto - Ceagesp, Ceasa - Notícias

O tomate, considerado popularmente como o primo rico do caqui, a safra dele começa no mês de abril, de acordo com a tabela de sazonalidade da CEAGESP. Sendo que no cenário nacional, por ano, a produção chega a 3,8 milhões de toneladas, o que coloca o Brasil entre os 10 maiores países produtores do mundo.  Tendo Goiás como o principal Estado produtor, com a participação do mercado com 20,8%, seguindo por outros Estados como Minas Gerais (19,3%), São Paulo (16,4%) e Bahia (7,2%), segundo os dados do IBGE de 2015.

O Brasil produz por ano, algo em torno de 158 mil toneladas de caqui em uma área de 7,5 mil hectares, segundo o relatório da (FAO) - Food Agricultural Organization. O caqui, que é uma fruta, está presente em oito estados brasileiros, a cultura está mais desenvolvida nas regiões Sul e Sudeste. A cidade de Mogi das Cruzes produz por ano 60 mil toneladas de caqui, volume que representa 55% do que é colhido no Estado de São Paulo e 30% da produção nacional. O município de Piedade, na região de Sorocaba, é um dos maiores produtores do tipo Fuyu do Estado de São Paulo. 

Os consumidores brasileiros estão cada vez mais exigentes para saber da procedência daquilo que está sendo adquirido. Além de como isso pode afetar diretamente à saúde de quem consome.  Depois do escândalo que vem sendo investigado pela Polícia Federal envolvendo profissionais do Ministro da Agricultura, batizado como “Operação Carne Fraca”, a população fica desnorteada agora na hora de ir ao supermercado, ainda mais por causas de marcas conhecidas estarem envolvidas. “Jamais poderia imaginar algo como isso, não sei mais no que posso confiar agora para trazer para dentro de casa” disse a dona de casa Estela Soares. 

Infelizmente, o Brasil é um dos países que mais desperdiça alimentos do mundo. Segundo uma pesquisa internacional realizada pela World Resources Institute (WRI), anualmente, são  mais de 40 mil toneladas de alimentos jogados fora. “O Brasil está entre os dez principais países que mais perdem e desperdiçam alimento. Estamos falando da cadeia de perda e de desperdício. Perda que tem a ver com a colheita, a pós-colheita, com a distribuição e o desperdício que já vem no final da cadeia, que é no varejo, no supermercado e com o hábito do consumidor”, disse Viviane Romeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Resources Institute (WRI) Brasil.

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