Entreposto - Ceagesp, Ceasa - Produção do limão está em plena safra

Produção do limão está em plena safra

Uma das frutas que está em plena safra nesse momento é o limão. Como a fruta gosta de clima quente, ela se desenvolve bem entre 23 e 32 graus, principalmente em regiões com alta umidade relativa do ar, que tornam os frutos mais suculentos. A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, a CEAGESP, disponibiliza no site, uma tabela com a sazonalidade dos produtos comercializados no Entreposto paulista. Nesta relação mostra o limão Taiti, até o mês de abril com uma produção muito forte. No mês de fevereiro, a fruta permaneceu no grupo dos produtos que ficaram com os preços em baixa. Segundo o relatório levantado: Análises E Estatísticas Da Comercialização Na Rede De Entrepostos 2016, de janeiro a dezembro, o limão é o quinto no ranking de produtos pelo volume em toneladas.

A Agro Comercial Barão, empresa localizada na CEAGESP, o limão Taiti fica em torno de 12 a 15 reais a caixa com 12 quilos.Em outras Centrais de Abastecimento, como a Ceasa de Minas Gerais, a CEASAMINAS, a fruta também está em conta e com preços melhores que em 2016, nesse mesmo período. “No ano passado, nesta época, o preço estava melhor para o produtor, chegando a até R$ 30, o saco de 20 quilos. Atualmente tenho vendido de R$ 15 a R$ 20, que é o preço mínimo para o produtor cobrir os custos e ter alguma renda", explica o produtor José Fábio Guimarães.

De acordo com previsão divulgada pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Universidade de São Paulo (USP), o mercado de limão em 2017 deverá apresentar maior oferta e frutos de melhor qualidade, em relação ao ano de 2016. A expectativa toma por base o clima mais favorável no ano passado, bem como o bom desenvolvimento das floradas nos pomares de São Paulo, um dos principais estados produtores do país.

A queda de preço em 2017, com boa oferta neste início de ano, tem sido influenciada pelos valores mais altos pagos em 2016, o que estimulou muitos produtores a investirem no plantio. Segundo os técnicos do Cepea/USP, mesmo no período de pico de oferta (janeiro a março), as cotações no ano passado ficaram em patamares considerados elevados para a época, impulsionados ainda pela demanda aquecida da indústria.

 

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